segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Romance

Romance é fundamental!

Por Sandra Maia | Amor e outras coisas – sex, 27 de jan de 2012
 
Em pesquisa realizada em 2004 pelo site DrPhil.com e publicada na Oprah Magazine em 2010, fica claro que o clima de romance é muito importante para as relações de amor. 94% dos entrevistados afirmaram que romance é fundamental e que, ao longo do tempo, dão sinais para seus parceiros em pequenos gestos.
E, por isso, vale ter sempre em mente que esquentar a relação passa também por torná-la prazerosa nos detalhes do dia a dia. Ou seja, além de compromisso, presença, amor, respeito, cuidado; ser atencioso e fazer algo doce e gentil pelo outro, sem nenhum motivo aparente, pode mesmo ser encantador!
Então, por que não começar?
O que você faria para manter o clima de romance no seu casamento? No seu namoro? No seu noivado? Na sua relação?
Enviar flores, escrever cartas e cartões apaixonados, andar de mãos dadas, revisitar locais marcantes para a relação, jantar à luz de velas, café da manhã na cama, um fim de semana num chalé, em um dos roteiros de charme? Uma massagem relaxante? O que você faria?
Saiba que além dessas e outras sugestões, a pesquisa apontou que outras gentilezas podem também manter a chama acesa. Para dois terços dos entrevistados, o simples fato do outro levar o lixo para fora, lavar a louça, guardar a roupa etc., pode ser também percebido como um gesto de amor.
E então, ficou mais fácil agora?
Gentileza gera gentileza. Amor gera amor. O romance nos mantém unidos, felizes, fortes e desejosos. Fica aqui, por isso o convite. O romance, o amor, a relação será sempre o que pudermos INVENTAR e REINVENTAR.
Tudo o que pudermos sonhar.
Por que não ser ousado na sua fantasia? Por que não fazer e acontecer? O outro, aos poucos, será contagiado e entrará no clima.
Relacionamentos, lembre-se, são feitos a dois. Dois que se amam, se tocam, se respeitam, se cuidam, se redescobrem a cada momento.
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor

fonte: amoreoutrascoisas

2012

Me disseram que em 2012 o mundo acabaria, pensei que posse mentira.
Oras, em que se abasaram aqueles que isso diziam?
Descobri, da pior maneira possível que o mundo pode não acabar simplesmente como alguns citavam, não existindo mais, como se o mundo todo virasse pó, ou que toda a humanidade fosse extinta.
Nosso mundo pode acabar de diversas formas.
Perdendo aquilo tudo que sempre lutou para ter e ganhar, sendo lhe tirado a força as maiores demonstrações de carinho que se pode receber, perdendo o carinho daquele e por aquele que mais amou.
Por maiores que forem seus desapontamentos e angústias, acredite sempre virá algo pior.
2012 começou ruim e a cada dia parece que uma bomba de Hiroshima vem devastar outro pedaço do meu mundo...
Já me disseram também que eu falo demais.
É talvez eu fale mesmo. Mas já deixei claro que falo pra libertar, sem isso o sentimento vem de formas mais desagradáveis, não só para os próximos.
Espero, com os dedos cruzados, que o ano melhore e que a sorte se volte para o vento que bate à minha janela...

Um feliz 2012 (atrasado) a todos.


 



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


Apesar de ter muita coisa pra fazer,
A preguiça me consome,
E a preguiça vira tédio,
E o tédio vira tristeza,
e a tristeza?

Choraminga, choraminga,
diz que ninguém te ama,
ninguém te quer...

Choraminga choraminga...


Bóra tomar banho,
pra cantar Caetano.

Letícia Bortolozo - Choramingo (8.12.11)

domingo, 4 de dezembro de 2011

Casamento e filhos... hããn?!

Bom, decidi fazer essa postagem por esclarecimentos (até para mim) sobre alguns fatos do que me disseram ser "A ordem natural da vida". Lembro os meus leitores que, este texto está lotado de opniões próprias regadas a muito cientificismo e estatísticas.
Ok, muita gente acha que a ordem natural é: nascer, crescer, namorar, casar, ter filhos (não necessáriamente nessa ordem, já que hoje é mais comum: namorar, ter filhos, casar) ficar velho e morrer (é só uma pequena exemplificação)
Ontem algumas pessoas ficaram surpresas com a minha ideia: não casar e não ter filhos. Oras, no século XXI isso já é comum , nénão?
Deixa eu argumentar melhor. Hoje, prestes a fazer 21 anos, tenho plena consciência que colocar uma criança nesse mundo apenas por satisfação pessoal (isso ainda me assusta, maas ...) é puro e somente egoísmo egocêntrico capitalista narcista. (what?)  Bom, todos sabemos que a situação economica da maioria dos brasileiros (e da população mundial) não é das melhores e que um filho representa quase o triplo de gastos que um casal teria se não tivesse uma prole, isso chutando baixo uma média, pois os gastos dependem também da classe social e etc, mas é uma média. Tá, você deve estar agora pensando: oras, mas você então é tão capitalista e consumista quanto os casos anteriormente citados, pois quer o dinheiro todo pra você ao invés de dividir com uma criança que vai levar seu sangue propagando seu nome. BLÀ!
Nãão! O que estou querendo dizer é, se ter um filho representa muito mais gastos e se a situação econômica mundial não está as mil e uma maravilhas, colocar um filho no mundo nessas condiçõesa (ou seja, sem condições) é fazer mais uma criança sofrer, pois a probabilidade da dificuldade de sobrevivência (não só alimentos, mas moradia, economia, EDUCAÇÃO) vai se amplificar, fazendo com que uma criança que poderia ter uma vida saudável e completa se torne imparcial e imoral.
Agora você me julgará por que estou exagerando, generalizando e que as coisas não são bem assim. Caro leitor, te lembrarei que estou dizendo que hoje, com quase 21 anos sei que não tenho condições de formar uma família e que por estatística sabemos que até os 25 anos os jovens de nossa nacionalidade pouco estão preparados também (posto que no Brasil, jovens de quase 30 anos são considerados adolescentes por sua MATURIDADE, sacas?).   Então, alguns amigos e amigas com menos de 25 anos se preparam e desejam de todo coração propagar a prole. Tá, não os julgo, até certo ponto.
 Para mim, o que significa PROPAGAR A PROLE? Para mim, propagar a prole significa que você já é autosificiente e estável a ponto de ter certos benefícios. Um deles seria o filho.
Mas o que é ser AUTOSUFICIENTE E ESTÁVEL? Você pode ser autosuficiente e estável sem ser casado (digo isso não só de casamento de igreja de véu e grinalda, nem necessáriamente no cartório também, exemplificarei melhor adiante).
Ser autosuficente e estável é conseguir pagar suas contas em dia, sem precisar se socorrer aos pais e ainda sobrar uma graninha no fim do mês. Ser autosuficente e estável é ter uma casa pra morar serm depender de aluguel, um veículo próprio, um trabalho dígno e ter tempo de passear, tirar férias e viajar todos os anos (não estou dizendo que TEM que FAZER isso... mas que tem que ter TEMPO e OPORTUNIDADE de realizar).
Para os casados agora, o que eu quis dizer acima sobre o casamento. Casamento pra mim também não é ter que ir a Igreja, alugar um vestido caríssimo e um salão de festas, gastar horrores com uma noite, fazer uma cerimônia no cartório. Até mesmo que acho que esse dinheiro seria muito mais bem gasto em uma viagem do casal. reafirmando a união estável). Casar pra mim significa que você já é maduro o suficiente de querer dividir a cama, o banheiro, a casa, o dinheiro, a comida, os passeios, enfim TUDO, com uma pessoa que em alguma coisa (muita coisa na verdade) te faz feliz e te faz querer bem, te faz querer ver e ficar perto ao mesmo tempo de ter a liberdade de poder longe. Enfim um relacionamento estável.
Se você tiver um relacionamento estável, não que não seja possível ser pai sozinho, mas vamos concordar, se você tem alguém ao seu lado com as características acima (ter só alguém não significa que vai ser melhor, como diz o ditado: melhor só do que mal acompanhado). Voltando, se vc tiver então o relacionamento estável e for autosificiente e estável economicamente, policamente, socialmente e culturalmente. AÍ SIM VOCÊ PODE SER PAI ...
Bom, é mais ou menos assim que penso. Depois vou complementando, mas aqui é só uma explicação resumida.